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Mais um motivo porque os Guardas Municipais necessitam de uma aposentadoria diferenciada


Com base em dados estatísticos da Ordem dos Policiais do Brasil - OPB, no ano de 2016, em termos de assassinatos de agentes de segurança pública, nós guardas municipais ficamos em terceiro lugar em números de agentes assassinados, estando apenas atrás dos policiais militares e policiais civis, que ficaram respectivamente em primeiro e segundo lugares.

Ou seja, A ATIVIDADE DE GUARDA MUNICIPAL SEMPRE FOI DE RISCO A INTEGRIDADE FÍSICA E DE MORTE PARA OS PROFISSIONAIS QUE DESEMPENHAM ESSA ATIVIDADE.

Inclusive eu mesmo fazendo pesquisas nacionais sobre assassinatos de Guardas Municipais em anos anteriores já apontava esse risco, devido ao grande número de assassinatos de guardas municipais na Bahia e no restante do Brasil, tendo essas informações na época publicadas na página da Federação Baiana de Associações de Guardas Municipais- FEBAGUAM.
Agora no congresso nacional, o relator da Comissão Especial da Câmara dos Deputados Federais, quer nos tirar esse direito a uma aposentadoria diferenciada, como se nunca tivéssemos tido valor nenhum para a segurança de muitos municípios no Brasil inteiro.

E devido justamente a esse risco a nossa integridade física e psicológica, podendo ter nossas vidas ceifadas que fazemos jus ao recebimento de gratificações especificas como a de risco com percentual mínimo de 30% sobre o salário base e podendo ter outras criadas pelo município para complementar como a gratificação de Regime Especial de Trabalho Policial - RETP.

Por GCM Alan Braga

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